segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O MODELO E GUIA DA HUMANIDADE - 2012 ANOS

Foi aguardado por séculos e proclamada sua chegada por homens de vários povos. Os sábios consultavam as estrelas, à espera de um sinal.
Desde o berço lecionou huminldade sem temer, contundo, dizer-se o Mestre e incentivar a que lhe imitássemos os feitos.
Escolheu as paisagens verdejantes e as
montanhas para entoar seus hinos de nobreza, como jamais foram modulados
na terra, de tal forma que ninguém, em época alguma, conseguiu abafar. Alimentou-se mais da prece, do contato íntimo com o Pai, do que do repasto material.
Dispondo de recursos inimagináveis, preferiu a simplicidade para manifestar a sua presença entre os homens e contagiar os que o cercavam. Servindo-se de expressões comuns e de fatos por todos conhecidos, deu vitalidade as suas palavras que atravessaram os séculos  e permanecem úteis para o homem que aguarda uma nova aurora.
Com capacidade para regimentar de servidores, escolheu somente 12 companheiros, e os honrou com o trabalho de implantar o Reino dos Céus na intimidade das criaturas.
É Jesus esse Divino Sol.
Viveu cercado pela ignorância de muitos e experimentou as agressões dos astuciosos, sempre puro, servindo ao Pai. Diante dos grandes da terra não se apequenou e ao lado dos pequenos não os ofuscou com sua grandeza. Ao contrário, os chamou de amigos e irmãos.
Não lamentou a prisão, não se queixou dos maus tratos. Nada pediu. Foi traído e perdoou. Abandonado por aqueles mesmos a quem beneficiara e a quem concedera a sua amizade mais profunda, não reclamou e entregou-se ao pai.
Depois de todas as aflições experimentadas, o seu primeiro gesto, após a morte, foi buscar os amigos, ansiosos, saudosos, para lhes ensinar a imortalidade e amparar seus corações.
Sua mensagem de fraternidade igualou os homens,  cujas diferenças se encontram somente nas conquistas do Espírito imortal. Dignificou a mulher, retirando-a da escravidão que padecia. Abraçou a criança e a elegeu como símbolo de pureza. a viuvez e a dor receberam dele o bálsamo da alegria, do alento.
Com seus ditos e seus feitos inaugurou a Nova Era com vistas a um futuro melhor. Embora muitos ainda o aguardem , no tempo, ele já veio e permanece no leme, direcionando todos aqueles que,  sensibilizados por sua mensagem, se decidem a consolar seus irmãos, consolidado na face do planeta as bases para o Reino ditoso que todos almejamos.
Fonte: Redação do Momento Espírita com base no cap. 25 do livro Estudos Espíritas de Joana de Ângelis, psicografia de Divaldo P. Franco. Editora. Leal.


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